lunes, 16 de marzo de 2009

La mejor fuente

Hace unos días enseñamos algunos ejemplos de discos y libros en los que los cantantes y escritores ejercían de "periodistas" en la información: eran ellos quienes destripaban los secretos de las canciones, de los capítulos. Hemos encontrado otro muy buen ejemplo: una diseñadora —la prestigiosa Amaya Arzuaga en Diario de Burgos— comenta su desfile. Lo interesante es el detalle de cada vestido, de su inspiración... Un modo interesante, original y educativo de contar un hecho.

sábado, 14 de marzo de 2009

Goncalo Viana

Regresamos a la Península Ibérica en esta tercera entrega de la serie (que, anunciamos, va a ser muuuuuuuuuuuy larga). Nuestro protagonista es el arquitecto portugués Goncalo Viana (www.goncaloviana.com).



Goncalo nos cuenta —mantenemos el portugués porque creemos que todos lo vais a entender— que trabaja "com múltiplos media, juntamente com o computador. Formei-me em arquitectura e trabalhei durante alguns anos como arquitecto (não tenho nenhuma formação específica no sector da ilustração) até decidir dedicar-me à ilustração e ao cartoon em 2002. Desde então tenho colaborado com alguns dos principais periódicos portugueses, assim como com alguns jornais e revistas estrangeiros, nos ramos da ilustração e do cartoon editorial".


SUS ILUSTRACIONES


New York Times. Uma oportunidade fantástica, que me surgiu através do Director de Arte Guillermo Nagore. O texto versava sobre John McCain e sobre como lhe era difícil ser aceite dentro do seu próprio partido, por ser considerado pouco republicano.  O Guillermo pediu-me que o conceito do texto fosse transmitido sem que existisse a caricatura ou qualquer outra menção ao McCain. A ilustração destinava-se à página Op-Ed, local de textos de opinião e ilustrações gráficas e fortes, a preto e branco. Embora o meu estilo jogue muito com a cor e a textura, aqui pedia-se um forte contraste preto-branco, e uma figura forte que jogasse com o branco aberto do fundo.  O posicionamento da ilustração foi decidido em conjunto com o Director de Arte, tendo resultado bem a geometria e curvas sobre o generoso espaço branco, em contraste com as habituais colunas densas de texto do NY Times.




HOW Magazine. Gostei muito deste trabalho e da oportunidade de colaborar com esta revista. A directora de Arte foi Bridgid McCarren. A HOW é uma revista sobre design e o artigo que me foi dado a ilustrar falava sobre uma situação que já vivi várias vezes: A apresentação de um portfolio a um potencial cliente, e como a apresentação deve ser cuidadosamente adaptada e pensada para cada cliente individual. Tratando-se da revista HOW sabia que tanto a impressão como o papel seriam de excelente qualidade, o que me permitiu explorar ao máximo os cambiantes de cor e textura, seguro que não se perderiam no processo de impressão. Embora não a utilize muito frequentemente, a simetria permite criar composições fortes e equilibradas e possibilita também, a nível conceptual, criar relações de oposição, tendo resultado bastante bem nesta imagem.





Expresso. Este conjunto de duas ilustrações foi-me pedido pelo Director de Arte Marco Grieco para a revista Única, um suplemento do jornal Expresso. O tema, a ascensão do sexo feminino face ao declínio do sexo masculino, era abordado de forma divertida, tendo-me sido dadas duas duplas páginas para ilustrar. Em ambos os planos a ilustração deveria deixar amplo espaço para o texto do artigo. Tentei utilizar esse espaço sem imagem no acto de comunicar o tema. Ele está presente no espaço vazio que aguarda o homem após o salto através do arco e também no espaço que este deixa para trás, na subida que antecede a inevitável e abrupta descida. Tentei contrapor à geometria fixa das figuras um fundo livre e dinâmico, pintado a aguarela. Gosto de jogar com esta oposição entre regra geométrica e textura livre, acentuando-se ambas por contraste.



Público. A Directora de Arte Sónia Matos pediu-me que ilustrasse a capa de um suplemento do Público, uma lista das principais 1000 empresas portuguesas em 2008, com um enfoque na sua responsabilidade social. Todas as minhas ilustrações seguem uma forte regra geométrica, criada por mim no início do processo de composição, que influencia tanto as figuras como os demais elementos da imagem. Todos os elementos estão assim ligados, embora por vezes essa ligação seja invisível. Os círculos coloridos do fundo desta imagem nascem da mesma trama geométrica que gera a figura humana no centro, criando com ela uma composição coerente.



Semanário Económico. Esta ilustração foi-me solicitada pelo Director de Arte João Caetano. Ao contrário das revistas, os jornais são impressos em papel de qualidade inferior, num processo de impressão com menos contraste e menos fiabilidade de cor. Quando ilustro para um jornal tendo a criar figuras recortadas, em curandel, uma vez que os fundos de cor ou textura tendem a imprimir de forma demasiado escura e pesada. Tento também utilizar uma escolha de cores e tons mais contrastantes, jogando com o claro-escuro. Ao ilustrar para um jornal torna-se mais importante a forma e a mancha, a relação com o espaço branco.

EL CUESTIONARIO
¿Qué peculiaridades adornan a un ilustrador que trabaja en un  medio de comunicación?
Os prazos são muito apertados, é necessária uma resposta muito rápida. Uma boa compreensão do mundo e da sociedade é essencial, assim como uma boa interpretação do texto escrito e uma facilidade de comunicação visual. O ilustrador de imprensa deve ser capaz de traduzir conceitos complexos em imagens claras e simples, de compreensão rápida. Deve também entender os fundamentos do design editorial e o que dele espera o Director de Arte. 

¿Cree necesaria una formación periodística para su trabajo diario?
Não. No entanto é essencial ter um hábito diário de leitura de jornais e revistas, uma observação constante da actualidade e suas notícias e uma boa compreensão da estrutura de um periódico. Uma formação em design ajuda, mas não é essencial. Importante é ser observador.

¿Qué aporta la ilustración a un artículo, noticia, entrevista? Convénzanos para que contratemos a un ilustrador para nuestra publicación.
Acima de tudo flexibilidade de comunicação. Uma ilustração, mais do que uma fotografia, pode comunicar uma mensagem a muitos níveis e estruturas diferentes, transmitindo mais informação e tornando-se complementar. Em conteúdos complexos e abstractos, como um texto de opinião, é o único media de imagem suficientemente completo para ilustrar os conceitos. A nível do design é muito adaptável, consegue assumir formas, cores e texturas muito variadas e adequa-se fácil e rapidamente às necessidades do paginador.

¿Cómo es una jornada de trabajo. Cómo se enfrenta a la hoja en blanco?
Uma jornada de trabalho tanto pode ser muito calma e lenta, enquanto se espera por um texto ou por uma encomenda, ou extremamente stressante e rápida, quando se recebe um trabalho e o prazo é muito apertado. Não há um estado intermédio, ou existe muita calma ou então muito stress.  Não existe verdadeiramente uma folha em branco. Quando leio um texto penso imediatamente em algumas ideias e imagens. O difícil não é ter uma ideia, mas sim ter uma boa ideia. Muitas das ideias preliminares são incompletas e é necessário trabalhá-las para que resultem. No entanto o processo é muito intuitivo. Precisamos de ter dentro de nós uma enorme biblioteca de cultura, sociedade e imagens, de seguida o nosso inconsciente começa a fazer ligações e as imagens surgem.  Com o passar dos anos um ilustrador começa a criar dentro de si um vocabulário visual que lhe permite comunicar de forma mais rápida, com a sua
linguagem.

Ídolos, inspiraciones, influencias.
Uma influência que tive desde jovem foi o trabalho do Quino. Mais tarde o ilustrador André Carrilho foi uma forte influência. O ilustrador que mais admiro de momento é o irlandês Brian Cronin.





viernes, 13 de marzo de 2009

Nueva etapa en NT

Nuestro Tiempo, una revista muy querida por los editores de este blog, ha cambiado ("Una nueva revista para una nueva época"). Hoy, a la una del mediodía, Javier Marrodán, su director, presenta en sociedad su nueva apuesta informativa, su flamante diseño —sobrio, moderno, elegante, obra de ErreaComunicación—, su crecido formato.  

Por Nuestro Tiempo han dejado su poso cientos de alumnos de nuestra Facultad de Comunicación. Ha sido —sigue siendo— una verdadera escuela de muy buen periodismo. Muchos hemos aprendido en su Redacción a planificar, a acudir a las mejores fuentes, a trabajar en equipo. Los frutos, reportajes como este del nuevo número:

NT es una revista para leer, para saber más, para llenar la cabeza de buenas ideas desde miradas pausadas, universitarias. Como este doble ensayo:



NT es una revista con vocación de mostrar tendencias, de —a pesar de su periodicidad— estar muy pegada a la actualidad. 



NT es una revista, en fin, para disfrutar con cada línea de sus entrevistas.






Javier Marrodán nos cuenta lo siguiente sobre este cambio: "Nuestro Tiempo se fundó en 1954 y hoy es una de las publicaciones más veteranas del país en el ámbito cultural. Antonio Fontán, su fundador, escribió hace 55 años que la revista aspiraba a recoger 'los latidos de la vida contemporánea' y a orientar 'acerca de los hechos, las ideas y los hombres que definen nuestra época, constituyen el presente y están creando el mundo del mañana".

"Desde su fundación, Nuestro Tiempo ha pasado por varias transformaciones, esta última se puso en marcha hace un año, cuando se vio la necesidad de fundir en una sola publicación Nuestro Tiempo y Redacción, que era la revista institucional de la Universidad de Navarra. Por eso, la nueva cabecera recogerá historias interesantes –por el tema y también por el formato–, buenas entrevistas, reportajes de largo recorrido, noticias de la vida del campus y de los antiguos alumnos y los bloques clásicos de cultura, columnas y ensayo. Se ha elegido un formato mayor (270 x 210 mm., algo menos que un DIN A4) para visualizar el cambio y permitir más posibilidades desde el punto de vista gráfico".

"La revista la recibirán gratuitamente en sus casas 65.500 personas: todos los graduados y todos los empleados de la Universidad de Navarra. La cifra multiplica por cinco la difusión que hasta ahora tenía Nuestro Tiempo y supone un mayor atractivo publicitario. La respuesta de los anunciantes ha sido buena, incluso en esta época de crisis".

Desde aquí nuestra enhorabuena a todo el equipo. A Javier, a Sonsoles, a Yago, a Chus, a Elisa, a Mari Carmen. ¿Olvidamos algo? Sí, la portada...


(Mientras elaboramos esta entrada pensamos en Chema del Cano, amigo, periodista, ex de Nuestro Tiempo. Falleció el sábado. A los 43 años. Era redactor jefe de Expansión y había sido subdirector de La Actualidad Económica).

jueves, 12 de marzo de 2009

Gente como nosotros

Cuando Rafael Nadal llegó a la dirección de El Periódico, el diario se llenó de rostros. La apuesta tuvo muchos tratamientos informativos excelentes —recordamos, por ejemplo, las elecciones catalanas—. Esa apuesta fue madurando y perdiendo protagonismo: ahora es más selectiva la presencia de los ciudadanos. Estos días hemos encontrado dos buenos ejemplos más uno algo especial.

En el primero, se aborda un asunto que afecta a millones de personas: conseguir un crédito en tiempos de crisis. El diario, además de llenar de datos la información, llama a la puerta de numerosos ciudadanos. La noticia en primera persona es mejor noticia. 



El segundo caso es sobre un asunto más lúdico: la gran fiesta del atletismo popular. De la maratón de Barcelona, con casi 10.000 participantes, se contó la desgracia, pero, sobre todo, se apostó por las historias.  





El ejemplo "especial" no se centra en rostros de "semejantes", sino en  caras de famosos. A raíz de la muerte de Pepe Rubianes, el diario recuerda a otros que también fallecieron por fumar. La página parece sencilla, pero hay que idearla y dedicar su tiempo a encontrar imágenes de esos ilustres fumando.

miércoles, 11 de marzo de 2009

Te pillé

Qué cierto es eso de que se pilla antes al mentiroso que al cojo. Los diarios podrían "sacar petróleo" a nada que se fijaran más. Lo acaba de hacer La Vanguardia para sonrojo del Patronat de Turisme de Girona. Para los que no conocen la provincia, es una de las más hermosas de España, con parajes maravillosos. Algún listillo pensó que no, así que...



Las informaciones de Antonio F. Sandoval están muy bien documentadas. Acudió a las buenas fuentes. Lío entre los responsables... Sacó un gran partido al asunto. Y, claro, el tema empezó a tomar otros derroteros...



Las noticias, las reacciones y el buen reportaje.


martes, 10 de marzo de 2009

Internet: oportunidades y riesgos

Una de las estrategias que emplean los diarios para profundizar en temas de interés ciudadano consiste en reunir a un puñado de expertos para que dialoguen sobre ese asunto. Es una manera sencilla de acertar: gente interesante y palabras en vez de gritos. El resultado: páginas que vale la pena leer. Diario Vasco publica todos los lunes los "Debates en DV". Ayer se abordó un tema de gran interés: los menores ante la Red.


lunes, 9 de marzo de 2009

Un taxista muy querido

En Ceuta hay momentos de mucha calidad. Parece plaza pequeña, pero hay excelentes profesionales que procuran ir más allá de las informaciones, que hacen seguimiento, investigación... En Ceuta se cuentan muchas historias. Como esta de El Faro de Ceuta:




Nos cuenta Carmen Echarri que todo "comienza el 13 de febrero, cuando este medio se hace eco de la detención de un taxista muy querido en la ciudad por un error informático en la frontera con Marruecos. Publicamos la historia y conseguimos que al leerla se entere el delegado del Gobierno. El día 14 ya se hacen las primeras gestiones con Rabat para conseguir su liberación y al final, en 10 días, se logra. El Faro acudió a la casa de Abdeselam horas después de llegar a Ceuta y le tomó  declaración junto a su esposa e hijo. Una historia humana que se completa con la intervención del delegado para hablar de la labor consular y especificar cómo se enteró de la noticia. Es el reflejo de que la prensa tiene su poder y ha servido para que un inocente esté en casa gracias a un seguimiento de las historias que merecen la pena".

sábado, 7 de marzo de 2009

Pablo Temes

Cruzamos el "charco" para presentaros a Pablo Temes, otro fantástico ilustrador (www.pablotemes.com.ar). Nacido en Buenos Aires el 30 de agosto de 1955, es profesor de Pintura y Dibujo y desde 1977 trabaja en editoriales periodísticas. 



("Cadenas alude al tema de los desaparecidos y torturados")


("Cuchilleros", "una imagen muy de Jorge Luis Borges del Buenos Aires del 1900")

("El discurso político y su relatividad")


("La muerte de los economistas")

Pablo ha diseñado cerca de una veintena de publicaciones, algunas de ellas muy emblemáticas —Noticias, Luna, Mía, Playboy, Diario Perfil, El Espectador, Siete Días...— y ha ilustrado en muchos medios argentinos y extranjeros. Además de un prestigioso diseñador y director de Arte, es un excelente caricaturista. Esta es sólo una pequeña parte de su trabajo:




EL CUESTIONARIO
¿Qué peculiaridades adornan a un ilustrador que trabaja en un medio de comunicación?
Una persona que ilustra en un medio de comunicación es alguien que logra la alquimia entre un artista y un periodista. Debe ser creativo, provocador, arriesgado. No debe olvidar que el lector o el espectador antes que leer el texto, va a mirar su imagen.

¿Cree necesaria una formación periodística para su trabajo diario?
Debe darse naturalmente. La tiene o no la tiene. Hay muy buenos dibujantes que cuando los ponen a ilustrar un texto, no funcionan. Y hay otros que tal vez no están tan dotados pero que saben interpretar a la perfección  la finalidad de su trabajo.

¿Qué aporta la ilustración a un artículo, noticia, entrevista..? Convénzanos para que contratemos a un ilustrador.
Un ilustrador generalmente es convocado cuando el perímetro de la fotografía no puede hacerlo. Cuando es difícil de ser resuelto con una fotografía. Se lo convoca cuando hace falta poesía. Sólo un artista es capaz de generar una imagen independientemente del mundo, de la realidad circundante. El medio periodístico lo convocará para embellecer la página y dar otra entrada de la imagen además de la foto. Esto lo vemos claramente en la caricatura política por ejemplo. Ninguna foto lo puede suplir. Y no olvidemos que un dibujo es una pieza unica en el universo. Irrepetible, como un cuadro. Una foto siempre dependerá de dos cosas: el entorno y la máquina. El dibujante interpreta, como el escritor o el periodista lo hace con palabras. El dibujante lo hace con líneas, colores, valores, climas, expresividad, etc.

¿Cómo es una jornada de trabajo? ¿Cómo se enfrenta a la hoja en blanco?
Personalmente, hace 30 años que soy director de Arte de la empresa más grande en edición de revistas de la Argentina (Editorial Perfil). Conozco a fondo cómo se hace una revista o un diario y tengo que editar un gran número de páginas diariamente. Muchas de ellas son tapas dónde debo crear una imagen digital para ilustrar lo imposible de ilustrar.

Para mí la hoja en blanco es un lugar que me convida al desafío. No le temo, porque sé que tarde o temprano, la voy a doblegar. Al tiempo creativo no hay que apurarlo, tiene su espacio, sus momentos, no hay que forzarlo, aunque muchas veces el cierre es el que manda y es allí donde uno pone el profesionalismo. 

¿Sus ídolos, inspiraciones, influencias?
Todas. Sólo podré citar a los grandes maestros de la imagen, Leonardo, Toulouse Lautrec, Rembrandt, Hopper, Manet, Miguel Ángel, Kitaj, Picasso, Dalí, Matisse. La lista es interminable. De todos se aprende.




viernes, 6 de marzo de 2009

Galería

El buen periodismo es mejor periodismo si va de la mano de la belleza, de la originalidad en su puesta en página, del esfuerzo por hacerlo mejor. Recuperamos algunas páginas muy recientes que hablan por sí solas del empeño por ofrecer a los lectores páginas distintas, hermosas.

Empezamos con varias portadas. Son de Heraldo de Aragón. El diario ofrece casi siempre muestras de calidad en las portadillas de sus suplementos habituales y especiales.


Otro de los habituales en el blog es Diario de Burgos. Admirable su intento de buscar la novedad, el hacer en cada plana algo distinto. Las páginas que siguen son del mismo día:





La Vanguardia está haciendo un esfuerzo por contar a través de excelentes gráficos. Como estos dos:



También suelen regalar páginas que llaman la atención Diario de Navarra y El Periódico, especialmente cuando abordan previas a eventos deportivos.





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